Quando a "Taça de Bolinhas" chegar à sala de trofeus do São Paulo, será como um recem nascido roubado na maternidade. Um caso raro, talvez único, de um legítimo carioca registrado como paulista. O curioso é que todos saberão o paradeiro, mas nada poderão fazer. O São Paulo não tomou o filho de ninguém, foi lhe entregue, não deveria ter aceito, pois sabe muito bem o que aconteceu em 1987. Para o pai que teve o filho por cinco vezes nas mãos antes do time do Morumbi, resta esperar o tempo. Quem sabe um dia a Taça de bolinhas conheça seu verdadeiro lar rubro-negro.quarta-feira, 14 de abril de 2010
TAÇA DE BOLINHAS
Quando a "Taça de Bolinhas" chegar à sala de trofeus do São Paulo, será como um recem nascido roubado na maternidade. Um caso raro, talvez único, de um legítimo carioca registrado como paulista. O curioso é que todos saberão o paradeiro, mas nada poderão fazer. O São Paulo não tomou o filho de ninguém, foi lhe entregue, não deveria ter aceito, pois sabe muito bem o que aconteceu em 1987. Para o pai que teve o filho por cinco vezes nas mãos antes do time do Morumbi, resta esperar o tempo. Quem sabe um dia a Taça de bolinhas conheça seu verdadeiro lar rubro-negro.
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